Formulação oral de trilostano manipulada na dose exata prescrita pelo veterinário. Tratamento do hiperadrenocorticismo hipófise ou adrenal-dependente com controle preciso da produção de cortisol.
O trilostano industrializado está disponível em cápsulas de doses fixas que muitas vezes não correspondem ao peso ou à fase do tratamento do animal. O trilostano manipulado resolve isso: dose personalizada em mg, forma farmacêutica adaptada e titulação precisa conforme a resposta ao tratamento, essencial para uma doença que exige ajustes frequentes de dosagem.
A titulação do trilostano exige ajustes frequentes baseados no teste de estimulação por ACTH. A manipulação permite alterar a dose com precisão a cada reavaliação, sem desperdício e sem arredondamentos.
Trilostano deve ser administrado junto à refeição, uma vez ao dia. Cápsulas, biscoitos, pastas ou líquidos facilitam a administração diária e aumentam a adesão ao tratamento de longo prazo.
Manipulação com matérias-primas certificadas, controle rigoroso de potência e uniformidade de dose, seguindo todas as normas da MAPA para medicamentos veterinários manipulados.
Disponível em cápsulas, biscoitos, pastas ou liquidos — a forma que melhor se adapta ao porte do cão e à rotina do tutor, garantindo administração correta junto às refeições.
O tratamento com trilostano exige reavaliações periódicas e ajustes de dose. A manipulação sob medida torna esse processo simples: basta uma nova prescrição para adequar a dose ao resultado do exame.
Receba o trilostano manipulado diretamente em casa com embalagem segura, identificada e com orientações claras de armazenamento e posologia.
Cada cápsula é preparada individualmente com a dose ajustada ao peso e à resposta hormonal do seu cão, essencial para uma doença que exige monitoramento contínuo.
O veterinário diagnostica o hiperadrenocorticismo e prescreve o trilostano com a dose inicial em mg, frequência de administração e orientações para o teste de estimulação por ACTH.
Nossos farmacêuticos manipulam as cápsulas com a dose exata prescrita, usando matéria-prima de trilostano com certificado de análise e alta pureza, em ambiente controlado.
Verificação de potência, uniformidade de dose e características físicas antes da liberação do lote, garantindo que cada cápsula contenha exatamente a quantidade de trilostano prescrita.
Receba o medicamento manipulado no conforto da sua casa ou retire em uma de nossas unidades.
O trilostano é o tratamento de escolha para o hiperadrenocorticismo canino. Saiba em quais situações ele é prescrito.
Forma mais comum da Síndrome de Cushing em cães (~85% dos casos). Causada por tumor hipofisário que estimula produção excessiva de cortisol pelo córtex adrenal.
Causado por tumor no próprio córtex adrenal (~15% dos casos). O trilostano reduz a produção de cortisol independentemente da origem da hipersecreção.
Condição dermatológica de cães relacionada ao desequilíbrio hormonal adrenal, especialmente em raças nórdicas como Spitz, Husky e Pomerânia. O trilostano pode ser indicado como tratamento.
Usado para estabilizar hormonalmente cães candidatos à adrenalectomia, reduzindo riscos cirúrgicos associados ao hipercortisolismo.
Indicado como tratamento médico de longo prazo para pacientes com tumores hipofisários ou adrenais em que a cirurgia não é viável por condições clínicas ou comorbidades.
O tratamento exige reavaliações periódicas com teste de estimulação por ACTH e ajuste regular da dose. A manipulação é ideal para esta necessidade de titulação individual.
O trilostano atua inibindo a enzima 3β-hidroxiesteroide desidrogenase (3β-HSD), uma enzima essencial na cadeia de biossíntese dos esteroides adrenais.
Ao bloquear essa enzima, o trilostano reduz a produção excessiva de cortisol (glicocorticoide) e de mineralocorticoides, normalizando o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal e aliviando os sintomas da Síndrome de Cushing.
Bloqueia a enzima responsável pela conversão de precursores em cortisol e aldosterona no córtex adrenal, reduzindo a produção excessiva desses hormônios.
Reduz os níveis séricos de cortisol para a faixa normal, aliviando os sintomas do hipercortisolismo como poliúria, polifagia, abdômen pendular e alopecia.
Tire suas dúvidas sobre o trilostano manipulado para tratamento da Síndrome de Cushing em cães.
Trilostano é um inibidor enzimático usado no tratamento do hiperadrenocorticismo (Síndrome de Cushing) em cães. Ele age bloqueando a enzima 3β-hidroxiesteroide desidrogenase no córtex adrenal, reduzindo a produção excessiva de cortisol e mineralocorticoides. É o tratamento médico de primeira escolha para a Síndrome de Cushing canina, tanto a forma hipófise-dependente quanto a adrenal-dependente.
O trilostano industrializado está disponível em cápsulas de doses fixas que frequentemente não correspondem à dose ideal calculada pelo veterinário em mg/kg. Como a Síndrome de Cushing exige titulação frequente da dose baseada em exames hormonais, a manipulação permite ajustar a dose com precisão a cada reavaliação, otimizando o controle da doença e reduzindo riscos de hipo ou hipercortisolismo.
Sim. O trilostano é medicamento de uso controlado e exige receita veterinária para manipulação, contendo a dose em mg, frequência de administração, dados do paciente e do veterinário responsável. A receita pode ser enviada digitalmente para iniciar o orçamento e a produção.
O trilostano é administrado por via oral, geralmente uma vez ao dia, preferencialmente junto à refeição — o alimento aumenta significativamente sua absorção. Em alguns casos, o veterinário pode indicar divisão em duas doses diárias. A dose inicial e os ajustes subsequentes são definidos com base no peso do cão e nos resultados do teste de estimulação por ACTH.
Os efeitos colaterais mais comuns incluem letargia, vômitos, diarreia, fraqueza e inapetência — geralmente transitórios e associados à redução do cortisol. O efeito colateral mais grave e raro é o hipoadrenocorticismo (deficiência de cortisol), que exige atenção imediata. Não deve ser usado em gestantes, lactantes ou cães com hipersensibilidade ao princípio ativo. Monitoramento periódico é essencial.
O monitoramento é essencial durante todo o tratamento. O teste de estimulação por ACTH é o exame padrão para avaliar a resposta ao trilostano, normalmente realizado 10 dias após o início, depois de 4 semanas, depois de 3 meses e a seguir a cada 3–6 meses. Qualquer alteração clínica (fraqueza súbita, vômitos intensos, letargia) deve ser avaliada imediatamente pelo veterinário.
O trilostano não cura o hiperadrenocorticismo, mas controla a produção excessiva de cortisol, aliviando os sintomas e melhorando significativamente a qualidade e a expectativa de vida do cão. O tratamento é contínuo e exige monitoramento veterinário regular. A suspensão do medicamento geralmente resulta no retorno dos sintomas.
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